I Festival Curta na UERJ
Para antecipar os debates acerca da Rio+20, a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) promove um concurso de vídeos ambientais voltado ao público em geral: o I Festival Curta na UERJ. O objetivo é abrir espaço a produções em vídeo e animação, revelando talentos e contribuindo para a mobilização acerca das questões ambientais.
O I Festival Curta na Uerj é aberto a qualquer pessoa acima de 12 anos de idade. A partir do tema “Meio ambiente e desenvolvimento no século XXI”, os participantes poderão abordar assuntos como lixo, energia renovável, água, ocupação do solo, educação ambiental, entre tantas possibilidades. E ainda concorrer a prêmios como netbook, tablet e máquina fotográfica digital.
Os vídeos devem ter entre 1 e 15 minutos de duração, em qualquer modalidade – documentário, videoclipe, animação, videoarte, etc. Vale gravar com filmadora, máquina fotográfica, MP3 e até celular. O regulamento está disponível em www.tvuerj.com.br .
Mas atenção ao prazo: os vídeos prontos devem ser inscritos até o dia 28 de maio, também pelo sitewww.tvuerj.com.br .
O I Festival Curta na Uerj é uma iniciativa do Centro de Tecnologia Educacional (CTE) / Sub-reitoria de Extensão e Cultura da Uerj.
SÁBADO DE MEMÓRIAS NA PRAÇA DO TERÇO
Realizar ações como esta que o Centro de Cultura Digital da Praça do Conhecimento promoveu no último sábado, 28 de abril, na Praça do Terço da Nova Brasília, mostra que a valorização do local é algo de grande relevância para o sucesso e, principalmente, envolvimento dos moradores neste tipo de atividade. Antes de ser um evento para a favela, pensou-se em criar uma relação produtiva com ela mesma a fim de estimular seu potencial criativo.
A exposição “Memórias” faz um resgate da localidade onde ela se instala. Neste primeiro momento não poderia ser diferente, o local escolhido foi a Praça do Terço onde, hoje, é a Praça do Conhecimento, narrando o início dos trabalhos no local – Um espaço de Cultura, Formação, Arte e Tecnologia localizado na Nova Brasília, Complexo do Alemão.
Moradores mais antigos relataram histórias do passado, trouxeram fotografias de um tempo muito distante e foram os principais parceiros desta ação. Tudo que foi exposto foi resultado de um trabalho onde os protagonistas foram os alunos dos cursos dados no Centro de Cultura Digital da Praça do Conhecimento. Músicas, fotos, vídeos, foram um dos produtos apresentados, todos abordando e valorizando a história daquele local, um cotidiano muitas vezes desapreciado.
O momento de mais entusiasmo foi quando os próprios moradores de identificavam com alguma imagem ou vídeo que eram exibidos, em muitos, ele se viam, então ter essa interação é de muita importância, pois eles se percebiam como parte do processo e abraçaram a causa, como aconteceu.



